segunda-feira, 3 de março de 2014

Por que não se pode estalar os dedos?

Infelizmente isso não é um  mito! Mas por que não devemos estalar os dedos? Segundo os especialistas este ato pode fazer que os ossos dos dedos engrossem e não é só isso! Pode causar outros problemas como perda de flexibilidade, lesão na cápsula da articulação, dor e perda da força nos dedos.



Por quê precisa ficar nu na hora da cirurgia?

Então belo dia fui fazer uma cirurgia no joelho. Indo para sala de cirurgia a enfermeira me pede pra tirar as roupas e colocar aquele jaleco que  aberto atrás e não tampa nada. Como assim? Vou operar o joelho, preciso tirar a cueca? Pior que precisa, foi que a enfermeira me falou.
Mas porquê? Não posso levantar a bermuda...hehehe...Como fiquei envergonhado! Mas correu tudo bem o pessoal do hospital foram bem profissionais! Graças a Deus!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Por que é impossível espirrar de olhos abertos?


Tirando o mito primeiro: não é porque os olhos podem sair da órbita que os fechamos ao espirrar (UFA)!

Quando uma partícula estranha entra no corpo pelas vias nasais, estimula os receptores locais que, por meio do nervo trigêmio (que coordena os movimentos da face), avisam o tronco encefálico que é hora de entrar em ação.

Ao receber a mensagem, o tronco encefálico reage imediatamente à invasão, gerando uma série de impulso motores que contraem o abdômen, o tórax e o diafragma, até chegar ao nervo facial.

Os reflexos que chegam ao nervo facial também desencadeiam movimentos para expulsar a partícula estranha. Essas contrações atingem diversos músculos da face, incluindo o músculo orbicular, que controla o abrir e o fechar dos olhos. Como resultado de todo esse esforço, fechamos os olhos.

Causas de infertilidade

Causas de infertilidade


CondiçãoDefiniçãoPossíveis sintomasPossíveis soluçõesChances de sucesso
PROBLEMAS NA MULHER - Responsáveis por cerca de 40 por cento dos problemas de fertilidade
EndometrioseO tecido do endométrio (camada interna do útero que "descama" mensalmente, a cada menstruação) cresce fora do útero; é uma das principais causas de infertilidade feminina.Menstruação com muita cólica, irregular ou com forte sangramento; em muitos casos, há abortos espontâneos de repetição.Laparoscopia para retirar tecidos anormais ou aderências, além de tratamentos de reprodução assistida.Cirurgia: 40-60 por cento das mulheres consegue engravidar em até 1 ano e meio depois da operação. Fertilização in vitro (FIV): índice de sucesso conforme o esperado para outras mulheres
Problemas de ovulaçãoQualquer distúrbio (geralmente hormonal) que impeça que um óvulo maduro seja liberado pelos ovários.Menstruação irregular ou ausente e sangramento leve ou forte demais.Medicamentos para melhorar a ovulação, como clomifeno, hormônios estimulantes dos folículos, hCG e, quando necessário, fertilização in vitro (FIV).70 por cento das mulheres acabam ovulando, e dessas, 20-60 por cento ficam grávidas.
Óvulo de baixa qualidadeÓvulos danificados ou com anomalias cromossômicas, que não conseguem manter uma gestação. A idade costuma estar ligada ao problema, já que a qualidade dos óvulos cai significativamente a partir dos 35 anos.Nenhum.Doação de óvulo ou de embrião (com processo de fertilização in vitro).43 por cento das mulheres que implantam um óvulo de doadora fertilizado engravidam.
Síndrome dos ovários policísticosHá um desequilíbrio hormonal, os ovários contêm inúmeros pequenos cistos e a ovulação não ocorre regularmente.Menstruação irregular, excesso de pêlos, acne e ganho de peso.Remédios para melhorar a ovulação, como clomifeno, hormônios estimulantes dos folículos e fertilização in vitro (FIV).70 por cento das mulheres que tomam medicação acabam ovulando, e dessas, metade engravida em até seis a nove meses. Infelizmente, uma em cada cinco destas gestações termina em aborto espontâneo.
Obstrução nas trompasTrompas (ou tubas uterinas) bloqueadas ou danificadas impedem que os óvulos cheguem ao útero e, consequentemente, o espermatozoide ao óvulo. Causas principais: doença inflamatória pélvica, doenças sexualmente transmissíveis, como clamídia, e laqueadura anterior.Nenhum.Laparoscopia para abrir as trompas, se possível (quando a área obstruída é pequena); se a operação não der certo, a fertilização in vitro (FIV) é uma opção.As taxas de sucesso na concepção variam muito -- de apenas 10 por cento a até 70 por cento --, dependendo do bloqueio e da quantidade de cicatrizes após a cirurgia; para FIV, os índices de concepção são os mesmos que para outras mulheres.
PROBLEMAS NO HOMEM - responsáveis por cerca de 40 por cento dos problemas de fertilidade
ObstruçõesQualquer obstrução nos vasos deferentes, que transportam os espermatozoides). Varicoceles (varizes) nos testículos são a causa mais comum. DSTs como clamídia ou gonorréia também estão entre as causas.Nenhum.Cirurgia para as varicoceles ou outro tipo de obstrução. Avaliação cromossômica e genética para detectar a chance de transmitir doenças ao bebê.Cerca de 40 por cento dos homens acabam engravidando as parceiras em até um ano após a operação, sendo a maior parte entre seis e nove meses.
Problemas nos espermatozoidesContagem baixa ou inexistente de espermatozóides, assim como pouca mobilidade ou formato anormal, podem causar infertilidade.Nenhum.Medicamentos podem aumentar a produção de espermatozoides; outras opção são inseminação artificial com espermatozoides de um doador ou FIV com injeção dos espermatozóides diretamente no óvulo (ICSI).Medicamentos: cerca de 25 por cento chegam à gravidez; inseminação artificial: entre 5-20 por cento das mulheres ficam grávidas, por ciclo; ICSI: cerca de 15 por cento das parceiras engravidam, a cada tentativa.
Alergia a espermatozoidesMenos de 10 por cento dos homens e mulheres inférteis têm alguma reação imunológica a espermatozoides. Nos homens, esse tipo de alergia é mais comum após uma vasectomia. É um diagnóstico ainda controverso.Nenhum.Lavagem de espermatozoides e inseminação artificial, tratamentos de reprodução assistida. Os remédios imunossupressores, como cortisona e prednisona, já não são mais usados.Há relatos de taxas de sucesso entre 20 e 40 por cento, por ciclo, mas os números são considerados polêmicos.
INFERTILIDADE SEM CAUSA APARENTE E COMBINAÇÃO DE PROBLEMAS -- responsáveis por algo em torno de 20 por cento de todos os problemas de fertilidade
Infertilidade inexplicávelTermo usado por médicos quando não há razão específica de infertilidade após uma série de avaliações e exames.Nenhum.Além de relações sexuais programadas, não há tratamento específico. Alguns casais tentam medicamentos e tratamentos de reprodução assistida, como (FIV), com taxas de sucesso conforme a média.É importante saber por quanto tempo o casal vem tendo problemas de infertilidade. Parceiros com infertilidade inexplicada que vêm tentando há menos de cinco anos têm de 15 a 30 por cento de chances de engravidar. Após cinco anos, menos de 10 por cento engravidam sem tratamento.
Combinação de problemasTermo que descreve casais em que tanto o homem como a mulher têm algum problema ou quando um dos parceiros tem mais de uma dificuldade de fertilidade.Os sintomas mudam, dependendo das causas.Uma vez que todas as causas de infertilidade tenham sido determinadas, os médicos escolhem o melhor tipo de tratamento.Taxas de sucesso variam, dependendo dos motivos da infertilidade.


http://brasil.babycenter.com/preconception/dificuldades/infertilidade-tabela/

Anomalias do esperma

Anomalias do esperma

No homem adulto, a formação do esperma nos testículos é contínua (espermatogénese). Uma célula não especializada necessita de 72 a 74 dias para se converter numa célula germinal madura. A partir de cada testículo, o esperma dirige-se para o epidídimo (um tubo em forma de espiral, localizado na parte superior e posterior dos testículos), onde se armazena até que a ejaculação esteja prestes a acontecer. O esperma é transportado desde o epidídimo pelos vasos deferentes e pelo canal ejaculatório. Por outro lado, no canal ejaculatório, o líquido produzido pelas vesículas seminais é agregado ao esperma para formar o sémen, que no momento da ejaculação se desloca pela uretra até sair para o exterior.

Para ser fértil, o homem deve ser capaz de depositar uma adequada quantidade de esperma normal na vagina da mulher. A esterilidade verifica-se quando vários factores interferem neste processo.

Um aumento da temperatura dos testículos por uma febre prolongada ou a exposição ao calor excessivo reduzem consideravelmente a quantidade e a mobilidade do esperma e aumentam a quantidade de esperma anormal no sémen. A formação de esperma é mais eficiente a cerca de 34ºC, que é menor que a temperatura normal do corpo. Os testículos, que é onde se forma o esperma, mantêm-se a esta temperatura mais baixa graças à sua localização no escroto, que se encontra fora da que é propriamente a cavidade corporal.

A ausência total de esperma (azoospermia) deve-se a uma grave afecção dentro dos testículos ou ao bloqueio ou ausência de vasos deferentes (dos dois lados). Quando o sémen não contém frutose, um açúcar produzido pelas vesículas seminais significa que faltam os vasos deferentes ou as vesículas ou, então, que existe uma obstrução nos canais ejaculatórios.

Um varicocele, a anomalia anatómica mais frequente no homem estéril, é uma massa de veias dilatadas e tortuosas que se forma no escroto, algo semelhante ao que acontece com as varizes. A sua palpação sugere um «saco de vermes». Esta anomalia evita a correcta drenagem de sangue a partir dos testículos e, por isso, eleva a sua temperatura e reduz a formação do esperma.

Por vezes, o sémen segue uma direcção contrária à habitual (ejaculação retrógrada), ou seja, desloca-se para a bexiga em vez de se deslocar para o pénis. Este problema é mais frequente nos homens submetidos a uma intervenção cirúrgica pélvica, em particular a uma extirpação da próstata, e nos diabéticos. Um funcionamento anormal dos nervos também pode provocar uma ejaculação retrógrada.

Diagnóstico
Depois de fazer a história clínica e o exame físico, deve-se fazer uma análise ao sémen, o principal teste para detectar a esterilidade masculina. O paciente não deve ejacular durante 2 ou 3 dias antes da análise. Devem ser estudadas várias ejaculações, normalmente depois de uma masturbação, cujo esperma se recolhe num recipiente de vidro, se possível no próprio laboratório. Se for difícil obter uma amostra de sémen com este procedimento, podem ser usados preservativos especiais que não contenham lubrificantes nem substâncias tóxicas para o esperma, com o fim de reunir sémen durante o coito. Mesmo assim, uma análise que se baseie em duas ou três amostras separadas é mais fiável.

Se a amostra do sémen for anormal, repete-se a análise, pois as diversas amostras de um mesmo paciente variam em grande medida. Se o resultado continuar a ser anormal, é necessário excluir outras causas, como a parotidite, que afecta os testículos (orquite parotídea), uma doença ou uma febre prolongada nos 3 meses anteriores, lesões nos testículos, exposição a tóxicos industriais ou ambientais, administração de dietilestrilbestrol ou esteróides anabolizantes e consumo de drogas ou de álcool. No entanto, uma baixa contagem de espermatozóides também se pode dever ao facto de ter passado muito pouco tempo desde a última ejaculação ou de só se ter depositado parte do sémen no recipiente para a colheita.

O exame físico tenta determinar anomalias físicas, como testículos que não tenham descido, e sinais de problemas hereditários ou hormonais que expliquem a esterilidade. Os problemas hormonais que reduzem a produção de testosterona (hipogonadismo) (Ver secção 23, capítulo 268) podem ter origem nos testículos ou noutras glândulas, como a hipófise.

Os centros de esterilidade fazem testes da função e da qualidade espermáticas, muitas vezes antes de considerar o uso de técnicas de reprodução assistida. Tais testes podem detectar a presença de anticorpos antiespermatozóides, determinar a integridade das membranas do espermatozóide e avaliar a capacidade do espermatozóide para se unir ao óvulo e penetrar nele.

Tratamento
O tratamento depende da causa da esterilidade. O clomifeno, um fármaco que induz a ovulação na mulher, pode ser utilizado para tentar aumentar a quantidade de esperma no homem. No entanto, não parece melhorar a mobilidade do esperma nem reduzir a qualidade anormal deste. Tão-pouco ficou demonstrado que aumenta a fertilidade.

Nos homens com um esperma normal, mas de escassa quantidade, a inseminação artificial melhora ligeiramente os índices de gravidez, porque emprega a primeira porção do sémen ejaculado, que contém a maior concentração de esperma. Uma nova técnica que escolhe apenas o esperma mais activo (selecção de esperma) é um pouco mais eficaz. A fertilização in vitro e a transferência do gâmeta através de um tubo para dentro da trompa de Falópio (processos muito mais complexos e dispendiosos) são eficazes no tratamento de certos tipos de esterilidade masculina.

Se um homem não produzir esperma, pode ser considerada a possibilidade de a mulher ser inseminada com esperma doutro homem (doador). Devido ao perigo de contrair doenças de transmissão sexual, incluindo a SIDA, já não são utilizadas amostras frescas de sémen dos doadores. No seu lugar, deverão ser utilizadas amostras de esperma congeladas, provenientes de um banco de esperma credenciado, que tenha verificado que os doadores não têm doenças de transmissão sexual. No entanto, quando são utilizadas amostras de esperma congelado, é menos provável que se consiga a gravidez.

O tratamento dos varicoceles é uma intervenção cirúrgica menor. Vários estudos sugerem que se consegue a gravidez em 30 % a 50 % dos casos depois de o homem ser submetido a esta intervenção, mas são necessários estudos posteriores para o confirmar.

O que é Varicocele e Infertilidade Masculina

Varicocele e Infertilidade Masculina

A varicocele corresponde à dilatação anormal das veias que drena os testículos. Ela está presente em aproximadamente 15% da população em geral (incluindo adolescentes e adultos), porém sua incidência está aumentada em homens com infertilidade, ao redor de 35% a 40% dos casos. Isso mostra a importância da presença de varicocele como causa de infertilidade masculina.

Inúmeros estudos verificaram que a varicocele leva ao declínio progressivo da espermatogênese (processo de formação e maturação dos espermatozóides), e a redução do volume testicular.

Observa-se, no espermograma, diminuição no número de espermatozóides, de sua motilidade (movimentação) e de sua forma. Após tratamento cirúrgico observa-se melhora desses padrões em aproximadamente 80% dos casos.

As taxas de gravidez espontânea após o tratamento cirúrgico atingem 30% a 40% dos casais no primeiro ano após a cirurgia. Desta forma ao se deparar com casais com fertilidade, cujo parceiro apresenta varicocele, deve-se considerar inicialmente a correção cirúrgica da patologia.

O paciente nota a presença de veias dilatadas e tortuosas na bolsa escrotal ou mesmo apresenta desconforto ou dor no lado afetado. As veias aumentam de calibre com o esforço físico. A varicocele pode também ser indolor ou ser achada acidentalmente, durante investigação médica. Em geral, a presença de varicocele é mais frequente à esquerda (70% dos casos) e bilateralmente em aproximadamente 15% dos pacientes.

O diagnóstico é clínico, por meio da visualização e/ou palpação dos vasos dilatados junto ao testículo. A manobra de Valsalva (fazer força para aumentar a pressão abdominal), em geral, facilita a visibilização e palpação das veias dilatadas. De acordo com o grau de desenvolvimento, as varicoceles (varizes) são classificadas em: - Grau I (pequenas): aquelas que são palpáveis apenas com a manobra de Valsalva. - Grau II (moderadas): palpáveis facilmente sem esta manobra. - Grau III (grandes): detectadas visualmente e palpadas com facilidade. Nos casos duvidosos, para confirmação, podem ser utilizados exames complementares. Dentre estes se destaca a ultra-sonografia com doppler. O ultra-som é colocado no cordão espermático e solicitado ao paciente para fazer esforço. Um ruído característico (refluxo venoso) é audível e associado ao Doppler colorido produz imagem que caracteriza o refluxo do sangue nos casos de varicocele.

O tratamento da varicocele é a correção cirúrgica (ligadura das veias dilatadas). É indicada geralmente para os pacientes com infertilidade; a dor local também pode ser um fator de indicação, assim como o aspecto estético. Em crianças e adolescentes, de maneira geral, indica-se a correção cirúrgica quando houver assimetria testicular significativa (diferença no tamanho dos testículos) ou parada do crescimento testicular. Há várias técnicas cirúrgicas, sendo a de eleição e a mais moderna a técnica subinguinal microcirúrgica (utilização de microscópio).
Portanto, a varicocele é uma doença benigna e de fácil tratamento quando diagnosticada precocemente.
Procure sempre um urologista para ser avaliado por um especialista e tirar suas dúvidas.


*Dr. Marco Antônio Salgueiro Júnior e Dr. Clayton Lagoa Bellei (Urologistas).

terça-feira, 3 de maio de 2011